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Mulheres indígenas marcham até Brasília, por demarcação de terras

Nesta terça-feira (7), cerca de 4 mil líderes indígenas de 150 etnias de várias partes do país, seguiram até Brasília, na 2ª Marcha das Mulheres Indígenas. A ideia foi se juntaram a outros 1.200 companheiros que já estão acampados no Distrito Federal desde o mês passado, para acompanhar o julgamento, no STF (Supremo Tribunal Federal), do marco temporal, que trata da demarcação de suas terras.

A discussão sobre o tema, volta a acontecer na tarde desta quarta-feira (8). No último dia 2, o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, foi contrário no caso da remarcação dos Xoklengs, de Santa Catarina. Isso deu origem ao julgamento no STF.

*Crédito da Foto: Thessa Guimarães/Divulgação

De acordo com matéria publicado no G1, “os ministros devem decidir se é válida a tese na qual indígenas só podem reivindicar terras que ocupavam até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal“.

Ainda segundo a publicação, nas mãos dos ministros do Supremo, está a decisão para mais de 300 processos de demarcação, abertos no país.

A discussão põe ruralistas e povos originários em lados opostos. O governo Bolsonaro é favorável à tese. Já os indígenas acampados há três semanas, em Brasília, promovem manifestações contra o marco temporal“, diz a matéria.

*Foto Topo: Reprodução Divulgação

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