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Uso de cheque por brasileiros cai 97% desde 1995; dz Febraban

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgou na semana passada, dados que demostram a queda brusca do uso dos cheques no Brasil nas últimas décadas. Apesar de ainda ser um sobrevivente, o documento vem perdendo mercado a partir do avanço dos meios de pagamentos digitais, como internet, mobile banking e o Pix criado em 2020. Levantamento feito pela entidade mostra que os brasileiros usaram 112,5 milhões de cheques no ano passado.

Entretanto, as estatísticas revelam que o número de documentos compensados no país cai ano a ano- houve redução de 18,2% de 2024 para o ano anterior“, diz o trecho do comunicado recebido pelo Acesse News. A Febraban afirma que, em comparação a 1995, “início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda foi significativa, de 96,62%“.

Segundo as informações, o levantamento tem como base a Compe – Serviço de Compensação de Cheques. “Em 2025, o total do volume financeiro dos cheques somou R$ 472,7 bilhões, queda de 9,64% ante o ano anterior“.

Para Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban “a queda consistente no uso do cheque reflete a consolidação dos meios digitais no dia a dia do brasileiro, especialmente com o avanço do Pix. Ao mesmo tempo, o tíquete médio mais elevado mostra que o cheque segue sendo utilizado, principalmente, em transações de maior valor e em contextos específicos em que ainda fazem sentido para o cliente, como, por exemplo, a utilização como caução para uma compra“.

Preferência pelo cheque: os números mostram também que a população prefere o cheque como meio de pagamento em transações específicas. Nesse contexto, o valor médio do cheque é mais alto. “No ano passado, o tíquete médio do documento aumentou e foi de R$ 4.199,77 ante R$ 3.800,67 de 2024“, enfatiza o informativo.

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