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Outono exige atenção redobrada com a pele madura e pede ajustes na rotina de cuidados

*Por: Assessoria de Comunicação

A mudança de estação pode ser sentida antes mesmo de olharmos o calendário — e a pele é um dos primeiros órgãos a reagir. Com a chegada do outono, o ar mais seco e as temperaturas mais amenas sinalizam o fim da umidade e da oleosidade típicas do verão, abrindo espaço para uma nova rotina de autocuidado, especialmente no caso das peles maduras.

Após meses exposta ao sol e à umidade, a pele entra em um período de transição até o inverno, quando o ressecamento se intensifica. Para peles maduras, que naturalmente apresentam redução na produção de colágeno, elastina e sebo, essa mudança pode acentuar sinais de envelhecimento, provocar descamação, hipersensibilidade e perda de viço.

A biomédica doutora Vanessa Noronha, fundadora da Casa Biot, explica que cada fase do ano impacta a pele de maneira distinta, e entender essas transformações é essencial para prevenir danos e preservar a saúde cutânea. “No outono, a umidade do ar geralmente diminui, o que favorece o ressecamento da pele. As peles maduras, que já possuem uma produção de óleo reduzida, podem sofrer ainda mais com a perda de umidade natural“, comenta.

No outono, o foco deve estar em fórmulas que retenham água e fortaleçam a barreira cutânea. Segundo Vanessa, apostar em ativos como ácido hialurônico, glicerina, ceramidas e niacinamida é uma estratégia eficiente para manter a pele saudável. “O ácido hialurônico é um dos queridinhos porque tem uma capacidade incrível de reter água. A glicerina também é excelente, principalmente combinada a ceramidas, que fortalecem a barreira de proteção da pele. A niacinamida é outro ativo interessante porque, além de hidratar, ajuda a acalmar a pele que pode ficar mais sensível nesse período“, orienta.

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A limpeza também precisa de atenção: produtos agressivos ou com muito álcool podem remover os lipídios naturais da pele, aumentando o desconforto. A especialista alerta que a sensação de pele “esticada” após a lavagem é um sinal de alerta. “O ideal é optar por produtos suaves, que limpem sem retirar os óleos naturais essenciais. Se o rosto fica repuxando após a lavagem, é sinal de que o produto está agredindo a pele e comprometendo a hidratação natural“, reforça.

Menos sol, mais oportunidade para tratamentos estéticos: Com menor exposição aos raios UV, o outono se revela um ótimo momento para iniciar procedimentos estéticos como peelings, lasers e bioestimuladores de colágeno. De acordo com a biomédica, essa é a estação ideal para quem busca renovar a pele com mais segurança. “Com menos incidência de sol forte, conseguimos fazer procedimentos como peelings químicos, lasers e bioestimuladores de colágeno com menor risco de complicações, como manchas e queimaduras. É um ótimo momento para cuidar da textura, da firmeza e até das manchas pré-existentes“, afirma.

Abordagem integral: dentro e fora conta: Além dos cuidados tópicos, a alimentação e a hidratação interna continuam sendo grandes aliadas para manter a pele saudável. “O que colocamos no prato aparece no espelho“, ressalta Vanessa. Ela recomenda uma alimentação rica em antioxidantes, incluindo frutas vermelhas, vegetais verdes-escuros, sementes e oleaginosas, que ajudam a proteger a pele do estresse oxidativo. “Beber bastante água também é fundamental para sustentar a hidratação de dentro para fora, principalmente nessa época de clima mais seco“, acrescenta.

Peles maduras negras merecem atenção personalizada

As peles negras, que tendem a apresentar maior resistência à radiação UV graças à concentração de melanina, também enfrentam desafios específicos no outono e inverno — como a maior propensão à perda de umidade e à hiperpigmentação.

A doutora Vanessa destaca que essa realidade exige uma estratégia de cuidados adaptada. “A pele negra, apesar de ter uma estrutura mais resistente pela organização das fibras colágenas e estrutura epidérmica, também sofre com o ressecamento no outono. Nessa fase, é fundamental apostar em hidratantes mais densos e nutritivos, com ingredientes como manteiga de karité, óleo de jojoba ou ácido hialurônico de alto e baixo peso molecular priorizando a nanotecnologia e trocar sabonetes em barra por óleos de banho ou géis de banho hidratantes, para garantir uma hidratação completa, sem pesar“, orienta.

Além da hidratação potente, o uso de protetor solar segue sendo indispensável para prevenir manchas e uniformizar o tom da pele. Segundo a biomédica, a radiação ultravioleta continua presente mesmo em dias nublados e frios. “O uso diário de protetor solar é essencial. A radiação ultravioleta pode estimular a hiperpigmentação, e o uso de umidificadores de ambiente ajuda muito a manter a pele equilibrada, principalmente em regiões mais secas“, recomenda.

Personalização e acompanhamento profissional são essenciais: Vanessa também reforça que o ideal é contar com a orientação de um especialista para definir a melhor estratégia de cuidados para cada perfil de pele madura. “Cada pele tem uma história, uma genética e um comportamento diferente, ainda mais quando falamos de peles maduras. O ideal é fazer uma avaliação personalizada para entender as reais necessidades de hidratação, estímulo de colágeno, controle de manchas, entre outros pontos. Assim, o tratamento é mais eficiente e respeita o que a pele realmente precisa naquele momento“, conclui

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