Autoconhecimento na Tela

“Vacinas” contra Covid para crianças e adolescentes: algumas reflexões!!!

*Por: Maria José Etelvina dos Santos

Eu penso demais, eu duvido demais e eu desconfio demais. Existe em mim uma desconfiança básica, como diria Erik Erikson, mas que tem me protegido, de certa forma, das armadilhas da vida e de minha ignorância frente aos mecanismos desconhecidos do viver e principalmente de como funciona este mundo.

Toda essa pandemia, desde o início, me causou estranheza e sempre observei os noticiários com uma certa desconfiança e uma pulga atrás da orelha. Havia apenas uma única informação na imprensa e parecia um mantra diário com números catastróficos de mortes por covid no mundo todo, instalando medo e pânico nas pessoas. Segundo a imprensa televisiva, o vírus era mortal e de rápido contágio. Medidas sanitárias foram implementadas, como uso de máscara, álcool em gel, isolamento social, lockdown e o povo com medo sucumbia aos ditames do Estado. Meus sensores internos ficaram aguçados e atentos. Pelas informações televisivas, o contágio era certo e a morte fatal. Apesar de todo o alarde midiático, ninguém da minha família, do meu esposo, vizinhos e amigos foi contagiado, achei estranho, continuei atenta.

Em seis meses vieram as vacinas e todos correram voluntariamente para serem inoculados. Continuei atenta e cheia de perguntas que ninguém respondia. Governadores baixaram decretos obrigando a população a se vacinarem por que a vacina era a solução milagrosa da pandemia e tudo iria voltar ao normal e quem não se vacinasse era considerado negacionista, terraplanista, um egoísta, um anti ciência e anti cidadão por que não pensava no bem-estar coletivo. Parece que questionar era proibido. Atitudes estranhas com restrições e punições aos questionadores da vacina que por cautela não se sentiam seguros em injetar em seus corpos uma substância com tão poucas informações sobre o conteúdo das mesmas, dosagem, protocolo e reações adversas. Comecei a pensar:

Por que a União, o Estado e Municípios estão tão empenhados em inocular essa injeção no povo? Desde quando o Estado se preocupa mais com a nossa saúde do que nós mesmos? Desde quando o Estado está mais preocupado com a saúde de nossos filhos do que nós mesmos? Inclusive, ele ameaça tirar o meu filho de minha guarda, caso não o vacine. Basta olharmos para o serviço de saúde, educação, segurança e assistência social que o Estado presta a população. Não é difícil observar o descaso do Estado a saúde da população brasileira ou é uma maravilha e estou falando uma mentira e um descalabro do nosso querido Estado???

É próprio da natureza humana buscar o que é bom para si mesmo, filhos, família e amigos, então, se a vacina é boa, se ela tem todas as qualidades que dizem ter, se supera tanto seus eventuais problemas, então por que pensar em torna-la obrigatória? Aquilo que é bom, sobretudo se é bom e “gratuito”, nós desejamos para nós e nossos familiares.

Quando a União, o Estado e Municípios começam a realizar um movimento apoiado pela imprensa com forte pressão das farmacêuticas para obrigar a vacinação, eu começo a desconfiar da qualidade dessas vacinas por que se fossem boas, não precisava obrigar, queremos o que é bom para nossa saúde e a de nossos filhos e até pagamos e corremos atrás para adquirir o produto.

Não se pode conceber que em um estado de direito, em um estado democrático de direito se confira liberdade empresarial, para os negócios, para o comércio de um produto, e, a essa liberdade não esteja correlacionada a responsabilidade. Não há liberdade sem responsabilidade, mas as farmacêuticas, especificamente a PFIZER, não se responsabiliza pelos efeitos colaterais de seu produto, de sua vacina, ou seja, se nosso filho ou nós, tivermos um efeito colateral por conta da vacina da Phizer, ela está isenta de responsabilidade, resta-nos buscar o SUS, ou se vier a óbito ser enterrado. Por que querem obrigar, mas não querem se responsabilizar pelo produto fabricado?

E ela só pôde vender seu produto no Brasil a partir do momento que foi aprovado uma lei autorizando a contratação com isenção de responsabilidade. Então, esse descasamento entre liberdade e responsabilidade gera uma perplexidade maior, uma dúvida ainda maior que se agrega aquela de querer impor, obrigar toda a nação brasileira a ser inoculada com um produto que ninguém se responsabiliza pelos efeitos adversos.

Ora, se quem fabrica a vacina não se responsabiliza pelos efeitos que ela venha a produzir, como querem impô-la a nós? Como querem impô-la aos nossos filhos? No Estado brasileiro não há precedente de isenção prévia de responsabilidade. Todos que têm a liberdade de colocar um produto no mercado, tem necessariamente a responsabilidade por seu produto, tem que responder pelos eventuais efeitos deletérios que o produto possa gerar nas pessoas. Esse precedente abre a possibilidade das empresas produzirem um produto de péssima qualidade, de custo baixo e comercializar com máximo de lucros por que não se responsabilizam pelo que produziram. A lógica capitalista era oferecer o melhor produto ao mercado, mas agora, estamos presenciando a derrocada do bom, da qualidade para o ruim e péssimo, mas que serve ao propósito imediato, sem verificar a eficiência e eficácia do produto, e, o agravante é que o produto pode ser comercializado em fase experimental, onde as cobaias passa a ser o povo. Triste realidade!!!

Ouço pessoas dizerem que confiam na ciência, e fico pensando, nem a ciência está confiando nela por que se confiasse se responsabilizaria pelo que produziu e comercializou, mas temos brasileirinhos de muita boa fé, como bons cristãos que são, confiam na $iên$ia, na imprensa, no Estado e claro nas vacinas produzidas por quem não confiam nelas.

*Maria José Etelvina dos Santos é Psicóloga, Biopsicossomatista, Mestre em Educação Emocional, Professora Universitária.

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