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El Niño se intensifica e especialista alerta para impermeabilização de casas e prédios  

Fenômeno deve permanecer ativo até o início de 2027, com possibilidade de atingir intensidade muito forte e provocar chuvas acima da média na Região Sul

*Por: Assessoria de Comunicação

A confirmação do El Niño e a previsão de intensificação do fenômeno nos meses reforçam a necessidade também de preparar casas, condomínios, prédios comerciais e demais edificações para períodos de chuva mais frequente e volumosa. A impermeabilização preventiva, associada à manutenção de coberturas, fachadas e sistemas de escoamento, pode evitar infiltrações, mofo, danos aos revestimentos e gastos elevados com reparos.  

Segundo o Painel El Niño 2026/2027, elaborado por INPE, INMET, ANA, Cemaden, Serviço Geológico do Brasil, Defesa Civil Nacional e outros órgãos federais, a configuração do fenômeno foi confirmada em junho de 2026. Os modelos indicam probabilidade de 100% de permanência do El Niño até, pelo menos, o início de 2027, além de alta possibilidade de um evento muito forte entre a primavera e o começo do verão, quando as anomalias da temperatura da superfície do Oceano Pacífico Equatorial poderão superar 2 °C.   

Para o trimestre entre agosto e outubro de 2026, a previsão climática aponta maior probabilidade de chuvas acima da média na Região Sul. Essa condição poderá alcançar também o sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. No centro norte do país, a tendência predominante é de chuva abaixo da média, acompanhada por temperaturas elevadas.  

Em escala global, a Organização Meteorológica Mundial também projeta o fortalecimento do El Niño durante o período entre agosto e outubro. De acordo com a entidade, o fenômeno deverá provocar alterações importantes nos padrões de chuva e contribuir para temperaturas acima da média em grande parte do planeta.

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Prevenção deve começar antes do período mais chuvoso 

 

A chuva não precisa provocar alagamentos para causar prejuízos a uma edificação. A exposição contínua à água pode revelar fissuras, falhas de vedação, telhas danificadas, juntas deterioradas, ralos obstruídos e sistemas de impermeabilização vencidos ou executados de maneira inadequada“, afirma Anderson Oliveira, gerente técnico da Vedacit.  

Segundo ele, entre os pontos que exigem maior atenção estão lajes, coberturas, terraços, sacadas, fachadas, paredes externas, juntas de movimentação, ralos, calhas, condutores, passagens de tubulação, esquadrias, muros de arrimo, áreas enterradas e encontros entre diferentes materiais.  

É comum que o proprietário ou o condomínio procure uma solução somente depois que surgem manchas, bolhas na pintura, mofo ou goteiras. Nesse momento, a água pode já ter percorrido diferentes camadas da construção, tornando mais difícil identificar sua origem. A melhor estratégia é preventiva, com inspeção, correção de fissuras, limpeza dos sistemas de escoamento e especificação do impermeabilizante adequado para cada área“, diz Oliveira.  

O especialista ressalta que não existe uma única solução capaz de atender a todos os pontos de uma construção. Coberturas expostas ao sol e à chuva, paredes externas, áreas enterradas e estruturas sujeitas à movimentação apresentam necessidades diferentes. Por isso, o diagnóstico deve considerar o tipo de superfície, a exposição às intempéries, a existência de fissuras, a movimentação da estrutura e a pressão exercida pela água. 

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Investimento preventivo reduz retrabalho e preserva patrimônio 
 

Além de proteger a edificação, a impermeabilização planejada representa uma parcela relativamente pequena do orçamento total de uma construção. Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Impermeabilização, realizado com obras de médio e alto padrão executadas entre 2020 e 2022, apontou que o custo do projeto e da execução da impermeabilização variou entre 1,1% e 2,2% do valor total das obras, com média de 1,8%.   

Quando a intervenção ocorre somente após o aparecimento de infiltrações, o serviço pode envolver a retirada de pisos, revestimentos, argamassas, forros e outros acabamentos para que o ponto de entrada da água seja alcançado. Além dos materiais e da mão de obra, o reparo pode provocar interdição de ambientes e transtornos para moradores, empresas e condomínios.  

A impermeabilização precisa ser tratada como um sistema. A escolha do produto é importante, mas o resultado também depende da preparação da superfície, do tratamento dos detalhes construtivos, do consumo correto, do número de demãos, do tempo de secagem e da realização do teste de estanqueidade quando aplicável. Pequenas falhas de execução podem comprometer todo o conjunto“, finaliza Oliveira.  

Sobre a Vedacit: Líder no mercado de impermeabilização, a Vedacit é uma empresa brasileira com 90 anos de atuação e mais de 100 produtos nas linhas de impermeabilizantes, adesivos e selantes, materiais para recuperação de estruturas e aditivos para concreto. Com laboratório próprio e fábricas em São Paulo (SP), Itatiba (SP) e Salvador (BA). Com 90 anos de atuação, reúne tradição e vanguarda, tendo participado de obras como a Usina de Itaipu e a Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira.

  • Conteúdos assinados são de responsabilidade dos próprios autores e das autoras.


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