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A desacreditada Seleção, reacende a esperança pelo hexa

E a desacreditada Seleção Brasileira de futebol volta a encher de esperança os mais de 200 milhões de torcedores e torcedoras espalhado(a)s pelo Brasil e pelo mundo, nesta Copa, no sonho do hexa.

Após o empate com resquícios de apatia por parte de alguns jogadores em campo e decisões frustrantes do treinador, no jogo da estreia contra Marrecos, aumentaram ainda mais as críticas aos selecionados brasileiros desta nova geração.

Veio a partida contra a fraca seleção do Haiti e uma vitória construída no primeiro tempo, serviu para manter viva a desconfiança e o debate sobre a falta de brio desses atletas. O que mais se falava após a partida era: imagine quando essa equipe pegar uma seleção  com uma defesa mais compacta e ataque mais agudo, – tipo Alemanha, Argentina, França…?

Mas, por enquanto, os deuses do futebol reservaram para o time de Carlo Ancelotti (pelo menos até as oitavas de final), adversários com sistemas defensivos e ataques, modestos.

Após vencer nesta segunda-feira (29), por 2×1, o Japão (certamente a mais aguerrida) entre todas as equipes destas fases já disputadas, e até incluindo a Noruega ou Costa do Marfim, próximo confronto já pelas oitavas de final no domingo (5). Só que a partir de agora, “o bicho pega”. Somente os fortes sobreviverão. – Somente os fortes, nem sempre, os favoritos!

Nos jogos anteriores, Vini Jr, sem sombra de dúvidas, foi o principal jogador da Amarelinha em campo. Com destaque também para o Rayan e Bruno Guimarães. Mas contra os japoneses, prevaleceu o conjunto. E desta vez, também funcionou, por exemplo, a decisão do mister em manter no jogo o Casemiro (jogador de marcação, que havia recebido cartão amarelo) e mandar para o gramado, o atacante Martinelli. Foram deles, os dois gols que fizeram o Brasil vencer o Japão de virada, nos acréscimos da segunda etapa, classificando a equipe para a sequência da competição.

Agora é entrar na contagem regressiva (faltam 3 jogos para a final) e esperar a chegada do próximo domingo. Nos reunirmos com a família e ou os amigos, ou soznho(a) mesmo, em frente à tv ou outro dispositivo de nossa preferência, assistimos à partida e resenhamos até o apito final. Depois, saberemos se seguiremos celebrando ou se voltaremos a “cornetar” o elenco. – Até lá, então!

*Dell Santana, é graduado em Comunicação Institucional (Faculdade Sumaré – SP), editor do Acesse News e filiado a ABI (Associação Baiana de Imprensa).

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