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Operadoras de planos de saúde agora são obrigadas a implantar o Implanon em mulheres de 18 a 49 anos

A partir desta segunda-feira (1º), os planos de saúde são obrigados a incluir em sua cobertura, “o implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, conhecido como Implanon“, conforme divulgou ontem a Agência Brasil, destacando que a nova regra segue a “decisão da diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada em agosto“.

Segundo as informações, a medida é válida para “mulheres com idade entre 18 e 49 anos, como forma de prevenção à gravidez não desejada“.

Foi noticiado que o MS (Ministério da Saúde) vai disponibilizar o Implanon através SUS (Sistema Único de Saúde). A pasta considera o método até mais vantajoso que outros já existentes, “por sua longa duração, já que age no organismo por até três anos e pela alta eficácia“. Com investimento estimado em R$245 milhões, o governo federal pretende distribuir, até o ano que vem, cerca de 1,8 milhão de dispositivos, “sendo 500 mil ainda este ano“.

Valor do produto: considerado como implante subdérmico e custando entre R$2 mil e R$4 mil, o produto atua no organismo “sem necessidade de intervenções durante esse período. – Após o prazo, ele deve ser retirado e, se houver interesse, um novo dispositivo pode ser inserido imediatamente”, afirma a postagem. – A fertilidade, segundo o Ministério da Saúde, “retorna rapidamente após a remoção do implante“, frisa a matéria.

Além da função contraceptivo, o MS diz que o método também contribui para a redução da mortalidade materna, uma preocupação do ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), vinculado a ONU (Organização das Nações Unidas). Até 2027 a pasta tem como meta reduzir essa mortalidade em 25% no universo feminino e alcançar 50% entre mulheres negras.

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