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Investimento em saneamento por habitante nas 100 maiores cidades do Brasil, está abaixo do necessário; revela estudo

Um levantamento dos indicadores de saneamento básico, incluindo as 100 cidades mais populosas do Brasil, revela que, na média, esses municípios investiram R$103,16 por habitante em 2023, contra R$138,68 por habitante, em 2022. Os dados divulgados no início da segunda quinzena de julho, pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, faz parte do Ranking do Saneamento 2025 e tiveram como ano-base 2023.

Já a média nacional foi calculada em R$126,97.

De acordo com informações enviadas ao Acesse News, esses valores estão bem abaixo do mínimo necessário estabelecido pela PLANSAB (Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), com ano-base 2023, que seria de R$223,82 por habitante. O estudo foi publicado pelo Ministério das Cidades.

Ainda segundo a nota, “a análise detalhada dos dados mostra que 49 municípios investem menos de R$ 100 por habitante, valor que equivale a menos da metade do patamar de R$ 223,82 considerado necessário segundo o PLANSAB“.

Por outro lado, o ranking mostra que apenas 17 municípios investem mais de R$ 200 por habitante. “Sendo que 12 destes superam os valores considerados de excelência“.

No quadro abaixo, é possível conferir os 10 municípios que mais investiram e os 10 que menos investiram, em comparação às suas respectivas populações.

(Melhores e Piores Municípios – Investimentos Totais Anuais por Habitante)

O Ranking de 2025 reforça a importância do saneamento como política pública estratégica “para a melhoria da saúde pública, da educação e da produtividade econômica no Brasil“. E considera que a “universalização dos serviços básicos representa um investimento direto no bem-estar da população e no crescimento socioeconômico do país, reduzindo as internações por doenças de veiculação hídrica, melhorando a frequência escolar, aumentando a produtividade dos trabalhadores e valorizando os imóveis, criando um ciclo virtuoso de desenvolvimento“.

Novo Marco Legal do Saneamento: visando gerar esses benefícios e atingir o objetivo esperado até 2033, “pelo Novo Marco Legal do Saneamento, será necessário ampliar significativamente os investimentos no setor e aprimorar a capacidade regulatória e institucional dos entes subnacionais“, finaliza o informativo. Clique aqui e confira o relatório completo.

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