A Venezuela sofreu novas sanções dos Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia, após eleição contestada de Nicolás Maduro (PSUV), em julho do ano passado e às vésperas da posse dele, que ocorreu na última sexta-feira (10), para assumir o governo do país pela terceira vez. A oposição no entanto, recusa o resultado do pleito alegando que o vencedor foi Edmundo Gonzalez (PUD).
Uma reportagem da Reuters, reproduzida pela Agência Brasil, afirma que o presidente americano Joe Biden chegou a aumentar o valor de uma recompensa para U$ 25 milhões, por informações que condenem Maduro por tráfico de drogas.

Após o comunicado das recentes sanções, o general Domingo Hernández Larez, comandante das Forças Armadas venezuelanas, usou as redes sociais para se manifestar, rejeitando as medidas e afirmando que o ato está fora do Estado de Direito Internacional.
Também há informação de que outras recompensas foram emitidas, respectivamente, de U$ 25 milhões pelo ministro do Interior, Diosdato Cabello e U$ 15 milhões pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino, além de novas sanções contra oito funcionários, entre eles Hector Obregon, chefe de campanha petrolífera estatal PDVSA.
De acordo com a reportagem, os EUA já haviam indiciado Nicolás Maduro e outros por narcotráfico e corrupção em 2020. Porém, segundo o general Hernández, o presidente venezuelano rejeitou as acusações alegando ter realizado ações contra o tráfico de drogas. O texto diz ter havido coincidência entre as medidas adotadas pelos governos americano e europeus, contra os venezuelanos.