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“Horário de verão” não será autorizado no Brasil, ‘não há necessidade’; diz ministro

Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, disse nesta quarta-feira (16), que o governo federal não vai autorizar o “Horário de verão” este ano. O anúncio foi feito, após o titular da pasta participar de uma reunião com representantes do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

De acordo com a matéria, o governo chegou “a cogitar adiantar os relógios” a partir de informações do Cemanden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), conferindo a 2024, o ano de pior seca já registrada no país. Depois voltou atrás, dizendo haver planejamento para isso. “Graças a algumas medidas de planejamento feitas durante um ano, conseguimos chegar com nossos reservatórios com índices de resiliência que nos dão certa tranquilidade”, comentou o ministro.

Segundo as informações, o horário de verão foi instituído no Brasil pela primeira vez em 1931. Até 1985, passou por oscilações e depois teve uma regularidade. A ideia era reduzir o consumo de energia elétrica e beneficiar setores de lazer, turismo, comércio, bares e restaurantes, tirando melhor proveito da luz natural. Já no governo Bolsonaro, o sistema foi interrompido.

Quem gosta e quem não gosta: segundo a matéria, nesta segunda-feira (14), o instituto Datafolha divulgou o resultado de uma pesquisa que aponta que 47% da população brasileira gostam do horário de verão. Outros 47% não curtem. 6% se diz indiferente. 2.029 pessoas foram ouvidas em 113 cidades das cinco regiões do país, durante os dias 7 e 8 deste mês de outubro.

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