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Argentinos tentam sobreviver com inflação próxima aos 100% nos últimos 12 meses

Coma alta dos preços atribuída à elevada emissão de moeda por seu Banco Central e à guerra na Ucrânia, a Argentina tem vivido nos últimos anos, uma das piores crises econômicas de sua história. Por lá, a população está vivendo com uma inflação que beira a casa dos 100%. Dados oficiais mostram que os preços ao consumidor subiram 94,8% nos 12 meses de 2022.

Segundo a imprensa, o Banco Central argentino elevou sua taxa de juros para 75% na tentativa de conter o aumento do custo de vida. No ano passado, em apenas um mês, o país teve três ministros da Economia.

O ministro atual Sergio Massa, assumiu o cargo em agosto passado com políticas mais duras, visando dar um freio na inflação.

Matéria da BBC News Brasil informa que numa base mensal, em dezembro a taxa de inflação ficou em 5,1% no país. Esse número levou um pouco de alívio para a gestão do presidente Alberto Fernandez, uma vez que em julho, chegou a 7,4%. Os itens que mais inflaram a economia em dezembro foram: bebidas alcoólicas, tabaco e serviços de restaurantes, hotéis. Subiram mais de 7%.

A publicação indica ainda que no último mês de 2022, o FMI (Fundo Monetário Internacional), liberou mais US$ 6 bilhões, em um pacote de resgate para a Argentina, segunda maior economia da América do Sul. Perdendo apenas para o Brasil. “Esse foi o mais recente pagamento para a Argentina em um programa de 30 meses que deve atingir um total de US$ 44 bilhões“.

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