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Cristina Kirchner sofre tentativa de assassinato e governo argentino decreta feriado nesta sexta, em repúdio

Em meio as crises econômicas e políticas, acirradas nos últimos dias após o pedido de prisão por 12 anos, da ex-presidente Cristina Kirchner, acusada de fraude e corrupção em sua gestão, o atual presidente da Argentina, Alberto Fernández declarou que esta sexta-feira (2), é feriado nacional, em solidariedade à sua vice-presidente, por ela ter sofrido uma tentativa de assassinato na porta de sua casa em Buenos Aires, na noite desta quinta-feira (1º).

Que esse choque e repúdio que este fato nos gera, torne-se um compromisso permanente para erradicar o ódio e a violência da vida em democracia. Por isso, providenciei para que amanhã [hojr] seja declarado feriado nacional, para que em paz e harmonia, o povo argentino possa se expressar em defesa da vida, da democracia e em solidariedade com a nossa vice-presidente”, afirmou Fernández.

A informação foi divulgada na madrugada desta sexta-feira, pelo portal CNN Brasil. Cristina Kirchner governou o país entre 2007 e 2015, sucedendo o marido, Néstor Kirchner.

De acordo com a publicação, a tentativa do crime foi cometido por um homem que a Polícia Federal Argentina diz ser brasileiro, identificado como Fernando André Sabag, de 35 anos, filho de pai chileno e mãe argentina, conforme a polícia local. Segundo consta, o rapaz portava uma pistola 380, que tinha cinco projéteis. Apesar de ter sido acionada, não disparou. Ele foi preso.

O fato aconteceu próximo a residência da vice-presidente, local que tem sido palco de manifestações favoráveis e contrárias a atual vice-presidente, nos últimos dias, desde que a promotoria argentina decretou sua prisão. Em meio a multidão, uma pessoa se aproxima e aponta a arma, Kirchner põe as mãos sobre a cabeça e se abaixa. Confira imagens no vídeo

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