
*Por: Assessoria de Comunicação | Foto: Marilyn Cada/Pixabay
[Nesta] segunda-feira, dia 20 de janeiro, é comemorado o Dia do Farmacêutico – profissional que tem extrema importância na qualidade de vida e na saúde da população. Dentre as suas diversas funções, os farmacêuticos desempenham um papel fundamental no combate à desinformação e na promoção da confiança nas vacinas, contribuindo para o fortalecimento da saúde pública. Desde 2023, esses profissionais podem atuar como Responsável Técnico em serviços privados de vacinação, juntamente com enfermeiros e médicos.
A vacinação é uma intervenção de saúde que salva milhões de vidas anualmente.1,2 Para cada fase da vida – seja bebê, criança, adolescente, gestante, adulto ou idoso -, existem diversas vacinas recomendadas e disponíveis no país.3-6 O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente mais de 20 imunizantes que protegem contra mais de 25 doenças para todos os públicos, desde recém-nascidos até a terceira idade.4,6 Na rede privada, como clínicas e farmácias, também estão disponíveis vacinas para a imunização de todas as faixas etárias, complementando o calendário vacinal do Programa Nacional de Imunizações (PNI). 3,5
Para a população idosa, essa medida de prevenção pode ser ainda mais importante, conforme explica a infectologista Lessandra Michelin (CRM 23494-RS), líder médica de vacinas da GSK:“Conforme envelhecemos, o corpo passa por um processo chamado imunossenescência, que é o enfraquecimento gradual do sistema imunológico. Isso nos torna mais suscetíveis a diversas doenças, que podem se tornar graves, pois dispomos de menos recursos para combater agentes infecciosos. Então, um simples resfriado pode evoluir para uma pneumonia com mais facilidade. Com a vacinação, nosso organismo cria anticorpos e faz com que estas doenças sejam menos invasivas”.
Dentre as vacinas que estão disponíveis para a população adulta e idosa na rede particular, podemos citar: contra pneumonia (VPC13, VPC15 e VPP23); herpes zoster; difteria, tétano e coqueluche (dTpa ou dTpa-VIP); e VSR (Vírus Sincicial Respiratório); além de vacinas recomendadas para situações especiais, como hepatite A e B, meningite B, ACWY e C, e tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).5
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*Lessandra Michelin é médica infectologista, Mestre e Doutora em Biotecnologia, e possui curso avançado de Vacinologia pela Université de Genève. Atualmente é Professora de Doenças Infecciosas na Divisão de Clínica Médica da Universidade de Caxias do Sul (UCS/RS) e Líder Médica de Vacinas na GSK Brasil.