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O ‘pão nosso’ de cada dia: consumo pelos brasileiros cresce 6,8% e setor já faturou cerca de R$10 bilhões este ano; diz a Abimapi

Um dos itens mais presente nos lares dos brasileiros no dia a dia, o pão, especialmente o tradicional (pão cacetinho ou pão francês – dependendo da região do país) e o pão de forma, vêm ganhando destaque nos últimos anos, como os mais consumidos, tanto no café da manhã, quanto na hora do lanche, ou em outras versatilidades que este alimento oferece.

Um estudo realizado recentemente pela Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados), em parceria com a Kantar Brasil, mostrou que o consumo de pães industrializados aumentou 6,8% neste ano.

A informação foi publicada nesta sexta-feira (25), pelo portal da própria Abimapi.

O texto mostra que surpreendentemente a venda do pão de forma representa 36,84% do mercado, enquanto o pão ‘cacetinho’ soma 36,51%) e a bisnaga (7,4%). “O aumento de consumo do produto reflete a busca do consumidor por conveniência, qualidade e segurança no momento da escolha, especialmente em um cenário de retomada econômica“, aponta a postagem.

Consumo por região: segundo a Abimapi, as regiões Norte e Nordeste são as campeãs no consumo de pão de forma, com 60.238 toneladas vendidas até agosto de 2024 (representando 38,74% do faturamento). Na Grande São Paulo, a preferência é pelo ‘pão francês’ (assim é chamado por lá), com 75.823 toneladas ()35,7% do faturamento. No Interior de São Paulo, o pão francês também é o líder de vendas, 104.212 toneladas, (responsável por 38,76% do faturamento).

A Abimapi indicou haver um crescente interesse por pães considerados ‘mais saudáveis’, como os “integrais e com ingredientes funcionais“, mostra a publicação . Claudio Zanão, presidente-executivo da entidade, afirma que “o aumento do consumo de pães industrializados reflete as mudanças nos hábitos de consumo, com as pessoas buscando produtos práticos e nutritivos para o dia a dia“. E ressalta que “o período pós-pandemia acelerou a demanda por alimentos que combinam conveniência e qualidade nutricional“.

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