Quem costuma ir ao supermercado fazer a compra da semana ou do mês, para levar para casa, o sustento da família, certamente tem se assustado com os preços dos itens que compõem a chamada cesta básica. Na hora que você chega na loja, pega o carrinho e segue pelos corredores, se posiciona em frente a cada gôndula para pegar determinado produto, se o seu bolso falace, provavelmente ele diria… esse aí não!
Essa é mais ou menos, a realidade do(a)s brasileiro(a)s, nos últimos dias. Os preços de vários itens, especialmente alimentos, dispararam.
Na padaria de um determinado supermercado da cidade de Cruz das Almas, por exemplo, o preço do quilo do pão francês, pulou em poucos meses, de R$9,90 para R$16,90, alta de quase 70%.
A nível nacional, constatou-se de que outros itens tiveram reajustes ainda mais acachapantes. Entre eles, a cenoura, com alta de 195%, o tomate 117,48% e abobrinha 86,83%. Esse levantamento foi feito pelo g1.
Segundo o portal, na prévia de abril, a inflação medida pelo IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), acumulou alta de 12,03% em 12 meses.
Valores

Para mostrar em números (veja a arte abaixo), como o seu dinheiro está encolhendo cada vez mais, na hora de fazer as compras de casa, o g1 fez o comparativo por exemplo, dos valores médios gastos para comprar 17 itens colocados no carrinho, entre os anos 2020, 2021 e 2022, tendo como base o mês de março.
O levantamento foi feito em parceria com o Procon-SP e o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
“Foram escolhidos, a partir dos itens da cesta básica: 13 produtos entre alimentos (arroz, feijão, café, ovo, carne, frango, leite, batata, pão francês, açúcar, óleo, farinha e margarina); 2 itens de higiene (papel higiênico e creme dental); e 2 para limpeza (sabão em pó e limpador multiuso)”.
Confira aí o simulado e neste link a integra da matéria no portal.
