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Autoconhecimento na Tela

NÃO AGUENTO MAIS – SOCORRO!!!

*Imagem Ilustrativa: Clube do Eu Não Aguento Mais

*Por: Maria José Etelvina dos Santos

O que você não aguenta mais em sua vida? Qual é a sua dor? Qual é o seu sofrimento? O que te tira o sono, a tua paz, a tua tranquilidade? O que te angustia?

Algumas pessoas no consultório, já chegaram com as seguintes questões:

Não aguento mais dizer SIM, quando quero dizer Não.

Não aguento mais o meu trabalho.

Não aguento mais sentir tanta dor no corpo.

Não aguento mais sofrer tanto.

Não aguento mais eu mesmo(a).

Não aguento mais os meus pais, irmãos e familiares.

Não aguento mais essa falta de dinheiro.

Não aguento mais essa insônia.

Não aguento mais essa doença.

Não aguento mais tanta solidão.

Não aguento mais essa tristeza, essa ansiedade, essa mágoa que me corrói o peito.

Não aguento mais fingir que estou bem, sorrir quando quero agredir.

Não aguento mais engolir choro, engolir sapo.

Não aguento mais cuidar dos outros e esquecer de mim.

Não aguento mais fingir que sou forte e levar a família toda nas costas.

Não aguento mais o (a) meu (minha) filho (a).

Não aguento mais meu (minha) esposo (a).

Não aguento mais ser viciado (a).

Não aguento mais essa vida.

Eu não aguento mais sentir tanto medo.

O auto abuso leva as pessoas a se submeterem a situações extremas de tolerância e estresse. A culpa drena a energia da pessoa a ponto de se auto punir de forma inconsciente, sem se dar conta de que está sendo seu pior inimigo para aliviar o sentimento de culpa.

A falta de amor a si mesmo, o sentimento de abandono, de rejeição e de medo, impulsionam as pessoas a agirem contra elas mesmas através de seu (sua) tirano (a) interno (a). Como a maioria das pessoas está vivendo no mesmo patamar de sofrimento, não parece um absurdo viver no limite do estresse e do auto abuso. Tudo isso é entendido como normal, ou seja, se todos vivem dessa forma, então, é porque é normal.

Só quando surge uma doença grave ou o próprio suicídio, é que as pessoas começam a se perguntar: o que houve? O que pode ter levado a pessoa a agir contra ela mesma, tirando a própria vida?

Os sinais surgem sutilmente através do comportamento. A pessoa que não se ama, se submete aos maus tratos de outras, a ganhar pouco, a receber migalhas de atenção, a viver de qualquer jeito, sem o mínimo de exigências e suportando tudo que o outro faz, pois tem dificuldade de dar limites. O auto abandono é percebido através dos trajes, da moradia, da alimentação, das palavras e da forma como a pessoa se porta perante si, e os demais.

Olhar para o próprio comportamento, para o que está fazendo a si mesmo, para o que a vida está mostrando através das situações visíveis, é o primeiro passo para sair do auto abandono e entender que somos nós os protagonistas de nossas vidas e estamos recebendo o que estamos dando a nós mesmos consciente ou inconscientemente.

Quando melhoramos nossa relação conosco, a relação com a vida melhora, floresce. Quanto mais cuidamos com carinho de nós mesmos, mais recebemos carinho da vida. Amar a si é a premissa maior da vida. É uma tarefa constante, observar e mudar aquilo que não agrega, que não é contribuição, dar limites ao outro, estabelecer o enquadro, aceitar, ao invés de tolerar. Se empoderar, ser o protagonista da própria vida, viver de acordo com princípios pessoais e amorosos, é trabalho para uma vida inteira.

Não perca tempo com os outros, não queira mudar ninguém, pois é tarefa impossível. Não podemos mudar nada e nem ninguém neste mundo, a não ser a si mesmo. Mude a si, foque em você. Se auto observe e conheça a si mesmo que conhecerás o mundo. Assim disse o filósofo no oráculo de Delfos no século IV a.c. Honremos a sabedoria socrática.

Estamos aqui para lhe apoiar!!! Venha fazer parte do clube: Não aguento Mais!!! E descubra ferramentas para sair do vitimismo e ser livre de emaranhamentos sistêmicos, traumas, passado doloroso, situações constrangedoras, pensamentos negativos, sentimentos de baixa frequência, autopunição, auto abuso, diminuindo a força do (a) tirano(a) interno (a).

*Maria José Etelvina dos Santos é Psicóloga, Biopsicossomatista, Mestre em Educação Emocional, Professora Universitária.

**Atende na CLIMFISIO (753621-3177

**Textos assinados, são de responsabilidade de seus autores!

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