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Machado: Um gênio negro… ou um negro gênio?

Sobre o título acima, não sei se é correto dizer que ‘a ordem dos fatores não altera o produto’.

O fato é que, Joaquim Maria Machado de Assis, considerado pelos críticos e estudiosos, o maior e mais genial escritor brasileiro, era negro. Isso é um fato que muita gente não sabe. Ou pior, nos foi negado ao longo dos anos e da história.

Não. Não fui eu quem descobri essa dissimulada informação. O assunto é tema de uma campanha da Faculdade Zumbi dos Palmares e faz parte de um manifesto intitulado Machado de Assis Real, para desmistificar o branqueamento pelas quais passaram todas as fotos nas publicações do escritor, como forma de fazê-lo ‘pertencer’ à sociedade preconceituosa da época.

A ideia da campanha “Machado de Assis Real’’, surgiu de uma inquietação com a questão do embranquecimento, que era muito comum na época, pois em um contexto social de preconceito racial, a figura de poder e respeito não poderia ser representada por negros“, diz o primeiro parágrafo do manifesto.

Tomei conhecimento desse ato, lendo hoje (7/5) o Blog Página Cinco, de Rodrigo Casin, no Portal Uol. Em seu post, ele chama a atenção para a importância da campanha desenvolvida pela Zumbi dos Palmares, após ter acompanhado um bate papo com alunos de uma escola pública em Salvador. Para os quais, segundo Rodrigo, foi feito uma pergunta sobre se algum deles já havia lido algum escritor negro “para minha surpresa, a resposta dada pelos jovens foi um silêncio sepulcral”.

Para os que também desejarem apoiar a campanha, aqui está o link

Confira também no link a seguir, a cronologia desse negro genial.

Crédito das Fotos… @machadodeassisreal

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