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McDonald’s alega prejuízo nas vendas, após declarar apoio a Israel no conflito contra o Hamas

O McDonald’s alega não ter atingido uma de suas metas de vendas trimestral, algo que não acontecia há quase 4 anos. A rede de fast-food noticiou o acontecido, atribuindo o fato a um boicote de clientes, por seu suposto apoio a Israel na guerra contra o Hamas.

O diretor da empresa reconheceu o impacto do conflito em Gaza, culpando a “desinformação” do público em relação às políticas do McDonald’s. A informação foi publicada pela BBC News Brasil nesta terça-feira (6).

De acordo com a matéria, as ações da principal rede de fast-food mundial chegaram a cair 4% na bolsa dos EUA. Além do McDonalds, outras marcas também foram boicotadas por ativistas anti-israelenses.

A reportagem diz que o Mec tem sido alvo de críticas depois que suas lojas em Israel, anunciarem “que distribuiriam milhares de refeições gratuitas a membros do exército israelense“. Após essa declaração, proprietários de franquias da marca em países de maioria muçulmana, como Kuwait, Malásia e Paquistão, divulgarem notas “distanciando-se da empresa“.

O McDonald’s acredita que o conflito Israel-Hamas “impactou significativamente” o desempenho em alguns mercados estrangeiros no quarto trimestre de 2023. “Enquanto esta guerra continuar, não esperamos ver qualquer melhoria significativa (nestes mercados)”, acrescentou o chefe da empresa.

Segundo as informações, a marca tem mais 40 mil lojas franqueadas em todo o mundo. E desde que o Hamas atacou Israel, em outubro do ano passado, a sede corporativa do McDonald’s tenta manter-se discreta em relação à guerra. “Mas sua marca acabou se envolvendo no conflito“, noticiou a BBC. Clique aqui e confira mais detalhes.

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