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Aceite o outro como ele é!

Há uns dias atrás recebi esta imagem, onde um dinossauro reivindica ao outro, com os braços muito curtos, que “nunca o abraça”.

Essa imagem me fez pensar, quantas vezes passamos pela vida reclamando do que os outros não nos dão. E pior ainda, procurando que eles nos deem o que simplesmente não são capazes de nos dar.

E é que, na verdade, parece que esperamos que as pessoas nos amem como queremos, sem levar em conta a maneira como elas sabem, podem e querem nos amar. Exigimos certas coisas, pressionamos, somos sarcásticos, manipulamos, nos irritamos, sofremos, choramos, reclamamos, nos sentimos infelizes, porque o outro não me ama como eu quero, não faz, pensa, diz e sentir como eu quero.

E podemos passar nossas vidas em uma batalha constante, mal sucedida e louca para que isso aconteça.

Amor é aceitar o outro como ele é. O amor é um presente que recebo, não que exijo. O amor é um presente que dou de acordo com minhas limitações, mas com o melhor desejo de compartilhar o que tenho a oferecer.

O dia em que aprendermos a aceitar as pessoas ao nosso redor, com sua história, sua capacidade de dar o que sabem e podem dar, com suas feridas, com suas limitações, com suas próprias formas de pensar, com suas próprias emoções, seremos mais felizes.

E aceitando-os assim, aprenderemos a amá-los e a ser gratos pelo que eles nos dão. Então somos verdadeiramente livres, porque amar é aceitar.

Você tem dificuldade em aceitar os outros COMO ELES SÃO? Quando [não] aceitar o [quanto] o outro nos custa, é porque não fomos aceitos. Não aprendemos um padrão saudável de relacionamento com o outro da nossa individualidade para a deles.

Muitas vezes, quando crianças, fomos rejeitados por sermos quem éramos.

Eles queriam que fôssemos mais calmos, mais obedientes, mais ordenados, mais estudiosos, menos barulhentos, menos chamativos, mais falantes, mais quietos, mais parecidos com aquele priminho, menos como seu pai/mãe, menos como fulano. E então, eles queriam que nós fôssemos tudo… menos nós mesmos.

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💛 Por /despertarodivino… Esse texto reflete sobre aceitação e não aceitação que nos convida a pensar sobre as queixas de nossa criança ferida.

*Maria José Etelvina dos Santos, é Psicóloga, Biopsicossomatista, Mestre em Educação Emocional e Professora Universitária. CRP 03/01436 – Contato: Whatsapp (71) 9.9206-4920. Siga-nos no Instagram: @auto.observacao

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