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Sesab vai reunir informações do paciente em sistema para facilitar o acompanhamento médico

O paciente é único e todas as suas informações de atendimentos são essenciais para que os profissionais que o assistem tomem decisões mais assertivas. Se o paciente já fez, por exemplo, uma tumografia há pouco tempo, não haverá a necessidade de repetir o exame, se o médico tiver acesso a esse exame“, comenta Roberta Santana, secretária da Saúde, sobre o novo sistema de unificação dos dados diagnósticos do paciente que está sendo implantado na rede.

De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (16), a Bahia é considerada referência nacional em saúde digital. E para ampliar o serviço, o governo vai investir R$13 milhões, facilitando assim, o acesso aos dados dos atendimentos realizados na rede do SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado.

A ideia é que além dos profissionais de saúde, o próprio paciente também terá acesso ao histórico completo do seu atendimento, na tela do computador ou de celular.

Para a ampliação deste projeto, o governo estadual firmou contrato com uma empresa de tecnologia que vai trabalhar em conjunto com a CGTICS (Coordenação de Gestão de Sistemas de Tecnologia de Informação e Comunicação na Saúde), da Sesab. A expectativa é que em um ano, o serviço esteja a disposição da população. (Confira abaixo, a sonora do representante da empresa).

Ainda segundo as informações, o Hospital Geral Roberto Santos é uma das unidades que já utiliza um desses sistemas. “Há uma melhor comunicação entre as equipes. Os profissionais que estão atendendo o paciente têm ali, na tela, o histórico dele dentro na unidade. Com a ampliação do sistema, haverá uma melhora no desempenho da equipe, uma vez que ela terá acesso a exames e procedimentos feitos anteriormente”, afirma a diretora, ressaltou a diretora-geral Lucrécia Savernini.

Diego Daltro coordenador geral da CGTICS, explica as vantagens do sistema para o Estado. “Uma das grandes vantagens de o governo do estado desenvolver seu próprio sistema é ter acesso ao código fonte, o que permite implementações e atualizações ao longo do tempo, e também a garantia da segurança dos dados, uma vez que as informações estarão armazenadas em bancos de dados do Estado e não passarão por plataformas de empresas privadas” (Foto: Divulgação).

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