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A luta dos trabalhadores: 1º de maio, no mundo e no Brasil

Uma luta que começou em Chicago (EUA), em 1886 e ficou conhecida como Revolta de Haymarket (Google), a greve pelos direitos dos trabalhadores, reivindicava melhores condições de trabalho, especialmente a redução da jornada que chegava a durar até 17 horas diárias, para 8 horas. A paralisação em 1º de maio daquele ano e que durou vários dias, gerou conflitos nas ruas entre os grevistas e a polícia, deixando mortos, feridos e vários presos.

Três anos mais tarde, um movimento chamado Segunda Internacional, se reuniu em Paris (França) e instituiu o 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores, em homenagem à luta da classe operária. Passando a ser feriado.

No Brasil, segundo a historiadora Stephany Krause (Universidade de Brasília), ouvida pelo g1, o 1º de maio entrou como feriado no calendário, apenas em 1924, decretado por Arthur Bernardes, então presidente da República, após protestos da população.

A partir daí, o presidente Getúlio Vargas, passou a usar a data, como ‘propaganda’ do seu governo.

A cada 1º de maio, Getúlio anunciava uma nova lei em beneficio do trabalhador, como a criação do ministério do trabalho, a consolidação das leis trabalhistas pela CLT, reajuste do salario mínimo, etc. Ele usava isso, também, como uma forma de controle, para evitar que a população protestasse nas ruas” explica Krause.

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