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Ministério da Saúde pede que a Anvisa autorize autoteste da Covid-19

*Foto: Myke Sena/MS

Em nota enviada nesta quinta-feira (13), à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o MS (Ministério da Saúde) pede que a agência avalie e autorize o uso do autoteste da Convid-19, em todo o Brasil, por considerá-lo eficiente para prevenir e interromper a transmissão do vírus.

Em sua justificativa, o MS relata que quadro atual, com a circulação de novas variantes, a exemplo da Ômicron, aumentou a procura por TR-Ag (testes rápidos) na rede de saúde do país.

Embora defenda a importância da autotestagem, o Ministério alerta que mesmo havendo resultado negativo, não dá para descartar a possibilidade de a pessoa está contaminada com o SARS-CoV-2. “Os casos negativos em que persistem os sintomas, devem procurar atendimento em uma Unidade de Saúde, [para] avaliação da situação de saúde e para diagnóstico“, recomenda.

No documento, a Pasta diz que o uso de TR-Ag pode ser uma excelente estratégia de triagem, para garantir o isolamento rápido dos casos positivos e interromper a evolução da transmissão, sem abrir mão das outras recomendações preventivas. “A autotestagem é uma estratégia adicional para prevenir e interromper a cadeia de transmissão da covid-19, juntamente com a vacinação, o uso de máscaras e o distanciamento social“.

Além disso, o MS enfatiza a facilidade para a realização do autoteste. “Os autotestes podem ser realizados em casa ou em qualquer lugar, são fáceis de usar e produzem resultados rápidos“. Mas diz, que isso deve ser uma decisão da própria pessoa. “O autoteste deve resultar de uma escolha livre e autônoma da pessoa em questão. É importante lembrar que ninguém deve ser forçado a realizar o autoteste“.

Em outro trecho, a nota aponta que o procedimento é recomendado pela própria OMS (Organização Mundial da Saúde. “A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o autoteste como um processo no qual uma pessoa coleta sua própria amostra e, em seguida, realiza um teste e interpreta o resultado, sozinho ou com alguém em quem confia“.

Para a Anvisa, “o autoteste está pautado no regulamento técnico de regularização de produtos para diagnóstico in vitro na forma da RDC nº 36/2015, sendo: – produto para o acompanhamento das condições de uma doença ou detecção de condições específicas, com a intenção de auxiliar o paciente, porém não conclusivo para o diagnóstico, realizado por leigos, profissionais da área da saúde ou pelo laboratório clínico“, destaca o documento.

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