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Sesc: Curso de tecnologia digital, para mulheres

Durante todo o mês de setembro, os Espaços de Tecnologias e Artes das unidades do Sesc, na capital e no interior, oferecem cursos e programações voltadas para o engajamento das mulheres com as mais diversas tecnologias, na primeira ação em rede dos ETAs.

Texto: eonline

Adaptação: Blog do JC

Refletindo as preocupações do Sesc com a equidade de gênero, a Ação em Rede As Mulheres e as Tecnologias, reúne ampla programação feita prioritariamente, para mulheres – cis, trans, meninas, senhoras, mães, negras, brancas, indígenas, migrantes, refugiadas.

A iniciativa pretende funcionar como convite para que, cada vez mais mulheres, ocupem os Espaços de Tecnologias e Artes do Sesc São Paulo e suas respectivas programações, a fim de experimentar, errar, refletir, aprender, ensinar, compartilhar e, no limite, inventar. ‘Porque lugar de mulher é onde ela quiser.

Para a realização de suas atividades, o ETA dispõe de equipes de educadores especializados, que propõem cursos, oficinas, vivências e instalações. Com isso, procuram valorizar a convivência, a diversidade, o protagonismo, a autonomia e a reflexão criativa e crítica.

A fim de potencializar ainda mais suas ações, o ETA convida artistas, educadores e pesquisadores para desenvolver propostas e cursos específicos.

Mais informação sobre a programação e inscrições, no link Sesc Curso

 

Mulheres na História da Tecnologia

Historicamente, as mulheres participam ativamente da evolução das tecnologias digitais. A primeira pessoa a entender – e publicar – que um computador poderia ser mais do que uma poderosa calculadora foi Ada Lovelace.

Em meados do século 19, o cientista inglês Charles Babbage desenvolveu o que ele chamaria de “máquina analítica”. Ada, sua parceira de trabalho, adicionou notas em livro, que Babbage descreve essa máquina, explicando que, além de fazer contas, ela poderia processar números, palavras, notas musicais, cores etc.

Nesses escritos, Ada registra uma sequência de operações que viria a ser considerada o primeiro algoritmo da história.

A exemplo da britânica Ada Lovelace, outras mulheres pioneiras desempenharam papel-chave no desenvolvimento tecnológico, como nos casos das norte-americanas Frances Spence, Jean Bartik, Ruth Teitelbaum, Kathleen Antonelli, Betty Holberton e Marlyn Meltzer – programadoras originais do ENIAC, primeiro computador digital eletrônico de grande escala – e de Grace Hopper, criadora de uma linguagem específica de programação.

Essas mulheres sempre estiveram por aí, criando, desenvolvendo e programando, ainda que, no mais das vezes, suas contribuições tenham sido ofuscadas ou simplesmente apagadas da história.

 

Foto Destaque: Pixabay

Imagem Ilustrativa: Sesc

 

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