Dicas do JC

Wi-Fi público… você costuma usar? Tome alguns cuidados

Diz aí… você é daqueles ou daquelas que adoram conectar-se ao wi-fi para economizar os créditos do seu celular, ou mesmo poupar a internet daquele seu plano pós-pago, que as vezes acaba antes de fechar o ciclo da franquia. Quem nunca… não é verdade?

Nos dias de hoje, quando várias cidades disponibilizam esse serviço grátuitamente em praças, terminais de ônibus, estações de metrô, prédios públicos, etc, muita gente aproveita para curtir suas redes sociais, mandar aquele zap zap, ou até mesmo para navegar na rede em busca de entretenimento, pesquisas, ou resolver questões do dia a dia.

Talvez você já saiba. Mas nunca é demais lembrar sobre os riscos que está correndo na possibilidade de pegar vírus, ou pior, ter seus dados e senhas capturados por hackers.

Para ajudar aqueles destraidos serem mais cuidadosos, o colunista Gustavo Gusmão, do portal Olhar Digital, listou algumas dicas. E o Blog do JC reproduz aqui pra você.

Confira aí…

 

 Não confie em redes totalmente abertas – e nem totalmente nas redes com senha:
  • Um cibercriminoso pode usar uma rede totalmente aberta como “isca” para atrair pessoas e monitorar as atividades, como sites visitados e até senhas digitadas, de quem se conectar. Mas mesmo as redes fechadas podem trazer riscos, já que um criminoso pode simplesmente copiar o SSID (o “nome” da rede) e a senha de um Wi-Fi público já conhecido para fazer as pessoas se conectarem sem desconfiar.

 

Evite acessar sua conta de banco em um Wi-Fi público:
  • A dica vale também para serviços que têm informações sensíveis. O recomendado é optar pelo 3G ou 4G nessas horas. Assim, elimina-se ao menos o risco de interceptação dos dados em uma rede infectada.

 

Prefira sites com HTTPS:
  • Um cadeado verde na barra de endereços e um HTTPS no começo da URL indicam que a página usa a tecnologia de SSL (ou Secure Sockets Layer) na conexão – ou seja, criptografa toda a comunicação entre o dispositivo do usuário e o servidor ao qual ele está transmitindo informações. Assim, mesmo que o cibercriminoso intercepte a conexão, se deparará apenas com conteúdo cifrado. Mas os níveis de proteção do HTTPS variam de acordo com o certificado atribuído ao site e à empresa que o emitiu, então mesmo a presença de um cadeado verde não é garantia de 100% de segurança.

 

Em um notebook, desative o compartilhamento de arquivos via rede:
  • Dessa forma, ninguém consegue acessar eventuais documentos sensíveis salvos no seu HD. O recomendado é usar esse recurso de compartilhamento apenas em redes privadas.

 

Ative a verificação em duas etapas em qualquer serviço compatível:
  • O recurso adiciona uma camada extra de proteção às contas ao exigir, além da senha, um segundo código (gerado via app ou recebido por SMS) ou confirmação na hora de fazer login. Assim, caso os passos acima falhem, um cibercrimonoso que tenha conseguido sua combinação ainda vai precisar de algo além dela para conseguir acessar seu perfil em uma rede social, por exemplo. Se, por exemplo, ele tiver a senha do seu email, ele ainda via precisar do código de verificação que você só recebe pelo celular.

 

Considere usar uma VPN:
  • Os serviços de redes virtuais privadas “isolam” tudo o que você faz na internet de bisbilhoteiros, criptografando dados e informações trocados entre seu aparelho e um servidor na web. Normalmente, porém, eles são pagos, mas alguns serviços oferecem planos gratuitos – ainda que limitados a alguns GB de tráfego. Há VPNs gratuitas de empresas confiáveis, como a do navegador Opera, mas é preciso ficar atento a outras opções menos conhecidas.

 

 

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